Binho Geraes

Binho Geraes nasceu em Salto Grande (MG), mas adotou Itabira como a sua cidade, onde residiu por muitos anos. Virou músico itabirano, incentivado pela professora Natércia Diniz, de quem foi um aplicado aluno de música na Escola Estadual Mestre Zeca Amâncio. Fábio Ronaldo Fonseca, o Binho Geraes, faleceu no dia 13 de julho de 2017, aos 61 anos, em Ipatinga, onde estava residindo, vítima de enfisema pulmonar e anemia aguda.

Para o músico Genésio Reis, um de seus primeiros parceiros desde o tempo do ginásio, a sua morte foi uma grande perda para a cultura itabirana. “Binho era como um irmão, um parceirão, um sonhador como todo poeta. O seu último sonho, que não chegou a realizar, era um projeto para tocar nas cidades por onde passa o trem da Vale”, conta. “Ganhamos muitos festivais da canção juntos.”

Outro parceiro de festivais e grande amigo foi Joaquim Primo Neto. “Começamos juntos, Binho, Genésio e eu, com o grupo Terra. Depois nos unimos com Newton Baiandeira (também músico itabirano, já falecido) e formamos o grupo Origem da Terra. Éramos ‘papas’ festivais, não voltávamos sem prêmios”, relembra o amigo.
“Binho e Fanuel (outro músico já falecido, violonista e que viveu muitos anos em Itabira), eram os teóricos do grupo”, recorda Primo.

2 thoughts on “Binho Geraes

  1. Vendo depoimentos como esse por exemplo do nosso amigo Primo, me enche o coração. Me arremete a uma época em que eu via e ouvia Binho (pai), Luiz Bira, Genésio, Baiandeira entre tantos outros. Boas lembranças.
    Itabira é um pólo em exportar grandes artistas, onde se exala cultura e boa música.

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